
Caros concorrentes do concurso Talentos Fantásticos 2009:
Neste momento a Antologia é uma realidade que se encontra já nas mãos de muitos.
Conforme o comprometido, aqui ficam as tabelas classificativas nas 3 categorias:
A ordem de colocação na Antologia, resulta directamente do resultado obtido por cada um.
Relembro que a classificação em cada item, resulta da média das avaliações em cada um dos itens dos 5 elementos do corpo do júri, sendo que a média final, resulta da média das classificações em cada um deles.
Conforme disse ontem na sessão, este foi um concurso. Como tal, tinha parâmetros dentro dos quais, os trabalhos deveriam dar resposta. Quem não obteve classificação suficiente para estar presente na Antologia, não significa que não tenha qualidade de escrita, ou criativa. Significa apenas, que os seus trabalhos, não tiveram o "encaixe" suficiente nesses critérios. A vocês, faço um apelo especial: Não deixem nunca de escrever!
Estarei como sempre à inteira disposição de todos, para os esclarecimentos que entendam como necessários.
Um agradecimento especial à TSUNAMI e ao Bela Cruz Club, pela pronta vontade em associarem-se a esta iniciativa. Sem dúvida que os seus contributos foram decisivos para o sucesso deste projecto.
A TODOS que com a Edita-Me trabalharam para que este projecto se tornasse uma realidade e a todos os que acreditando nele, concorreram com os seus trabalhos, a todos, sem excepção: o meu profundo agradecimento.
Ao autor Pedro d'Almeida (e seu amigo também autor Carlos Portela), pela disponibilidade de responder ao desafio que a editora lhe(s) lançou, para interpretar(em) o seu trabalho, fazendo dessa performance, um momento especial: um forte Abraço.
Por fim, mas não menos importante, a todos os que ontem fizeram questão de marcar presença na sessão de atribuição de prémios, alguns vindo propositadamente de longe, enchendo a casa e fazendo dela, a festa que se pretendia que fosse: o meu MUITO OBRIGADO.
Inserido neste agradecimento, não posso deixar de focar em especial, a 575 band. Sem vocês, a festa não seria festa! A todos os elementos: Aquele Abraço.
Para mim, enquanto editor, foi uma nova experiência.
Estou certo que, embora não se tratando o Fantástico uma área que dominasse (ou domine), não poderia ter feito melhor escolha, nem começado da melhor forma.
Foi uma iniciativa de sucesso, que irá continuar! Este é o meu compromisso para com todos.
Abraço,
Carlos Lopes

114 comentários:
muito obrigado pela oportunidade.
pena não ter conseguido aparecer na entrega.
abraço!
Nós é que agradecemos a oportunidade :)))
É sempre um prazer participar nos eventos da Edita-me
Abraço
575
Foi realmente um excelente evento!
A 575 Band esteve mesmo em grande!
Parabéns a todos
vinteEquatro
Obrigado pela oportunidade que deram a escritores desconhecidos até de si mesmos, conforme o vosso mote.
Só tive pena de não ter festejado convosco ontem.
Até Breve,
A. Paulo Costa
Infelizmente e tal como já me tinham alertado, o que se passou foi algo de muito mau gosto.
Para além de ter de se pagar o roupeiro e de haver consumo mínimo, o que quer ele antes, quer membros da organização no local garantiam não existir, a edição do livro é um enorme pastelão.
Os textos não respiram, falta de margens e excesso de mancha, o formato demasiado pequeno, o nome da editora em quase todas as páginas, como se fosse uma revista, a fonte pessimamente escolhida.
Como se não fosse já suficiente, o editor que se passeava vestido de frade, não teve o cuidado de receber os autores.
A jogada de publicar o máximo de autores, serviu apenas para pagar a edição no lançamento, tendo inclusive os autores de pagar o seu exemplar. E ao preço especial de 18 euros, sem recibo quando o custo terá sido uns 8 euros. Os autores foram publicados sem autorização deles e os direitos é o que vamos ver. A SPA terá de tomar atenção a este tipo de brincadeira, tal como o fisco.
Ainda teve o desplante de incluir uma ilustração por convite, segundo o livro extra concurso.
O pleno vem mesmo com o conto vencedor que na melhor das hipóteses se baseou profundamente na BD Rexmundi a conferir aqui:
http://www.rexmundi.net/story/index.html
melhor ainda é ver a enorme coincidência até do nome da personagem em:
http://idobscurum.wordpress.com/2009/08/24/id-obscurum.
o que na melhor das hipóteses faz com que deixe de ser inédito e como tal sem condições de concorrer.
Realmente um luxo.
Sem dúvida uma brincadeira de muito mau gosto, o que a editora fez foi crime e tem um nome: FRAUDE!
FRAUDE FISCAL;
PUBLICIDADE ENGANOSA;
ROUBO.
Mais tarde ou mais cedo a comunicação Social irá saber desta situação, pena que um bar tão prestigiado no Porto entre neste tipo de esquemas.
Meus amigos... o dinheiro não é tudo na vida!
Boa noite,
Quero deixar uma palavra de apreço à Edita-me pelo lançamento desta iniciativa.
Contudo, no vosso email enviado a 28 de Outubro às 13h17 está explicitamente indicado que:
2b Não é necessária apresentação de convite. É um evento aberto ao público e podem levar a quantidade de convidados que desejarem
2c Não será cobrado qualquer valor de entrada. Não existe consumo mínimo. Pagam apenas o que consumirem, se o fizerem.
Tratando-se de uma nova editora, e havendo sempre interessados em conhecer algo mais (sem qualquer custo...), tomei a liberdade de me deslocar ao evento na companhia de 6 elementos, desde familiares, a amigos, alguns ligados à cultura e jornalismo.
Qual não foi o espanto quando no final da sessão, foram EXIGIDOS 3 Euros a cada pessoa (apenas 1 cartão tinha consumo) e que quem geria os custos da entrada era o Bela Cruz e não a Edita-me, pelo que não havia lugar a qualquer tipo de reclamação. Fui informada por vocês que não haveria qualquer consumo, conforme email assinado pelo Exmo. Sr. Carlos Lopes.
Se a apresentação do evento foi aceitável e a ideia boa, o mesmo não posso dizer do desfecho e da organização envolvida, que visou sobretudo encher o Bela Cruz e cobrar os 3€ (com os consequentes previsíveis benefícios para as partes intervenientes).
Certo é que a Edita-me ficará de hoje em diante com um curriculo manchado por pormenores que eram escusados. Se não podem oferecem, limitem-se a não informar que é grátis. Se não houvesse essa falsa informação ter-me-ia deslocado sozinha ao evento, já que o interesse era inteiramente meu, deixando à responsabilidade da edita-me divulgar o evento a outros interessados, que não os concorrentes.
Tratando-se de um email enviado por vocês, através de um dominio vosso, agradeço que tomem providências e apurem responsabilidades, não faz qualquer sentido ser eu a custear 18€ de um livro sobre o qual não foi emitida factura, a que se juntam 21 euros sobre entrada num recinto no qual não tenho qualquer interesse senão aceder à cerimónia de entrega de prémios e aquisição de livro.
Aguardo uma resposta tão breve quanto possível, pois da mesma forma que a crítica dará conta do evento da Edita-me, poderá também abordar as falsas alusões e condução ilegal do programa, atirando a credibilidade para um lugar que não interessa a nenhuma das partes!
Aos restantes elementos que se sentem lesados com a conduta adoptada pelo Bela Cruz...que inclui por consequência, com ou sem culpa, a Edita-me, façam-se ouvir! Só devemos pagar o que estamos interessados em ter e sobre o que somos informados!
Diana Pereira
Ao David Ferreira:
Eu não vou falar pela editora, pois isso não me compete. Mas não deixo acusações de plágio ridículas e infundadas passar em branco.
Para sua informação, Rex Mundi, ou o Rei do Mundo, trata-se de uma heresia catara medieval que se baseia no dualismo entre o Material e o Espiritual. É um conceito longe de ser único na religião, mas tal como Deus ou Messias é uma palavra que não pertence a ninguém.
Mas o Rex Mundi é apenas um Cristo Conquistador, um Falso Messias. Um grão de areia no deserto que é aquela, que na falta de melhor nome, a "Europa Obscura."
Em segundo lugar, obrigado por ter visitado o meu blogue, criado para divulgar e explicar o complexo ambiente e história alternativa do universo onde pretendo incluir o meu conto. O projecto está em muito mal estado, testando uma ideia que não foi vista com grande receptividade, apresentando como diário de viagem entradas sobre eventos e locais que moldariam o séc. XIII.
O conto "Render da Guarda" é a ponta do icebergue de um universo fictício que requereu muita investigação e conceptualização. Muito dele, se alguma vez, só será libertado ao mundo num meio que me agrade e satisfaça.
Espero que esteja esclarecido e boas leituras.
Porque foi Diana Pereira quem me deu primeiramente conhecimento (via e-mail) do facto de ter sido cobrado o valor de 3,00€ a título de "consumo mínimo", colocando posteriormente o mesmo em forma de comentário aqui no blog, deixo aqui cópia do meu email de resposta ao mesmo.
Cumprimentos a todos.
"Bom dia Cara Diana Pereira,
Antes de mais, permita-me agradecer tanto o seu apreço, como a sua comparência no evento com outras pessoas.
No email que enviamos, está de facto o que foi acordado com o espaço Bela Cruz Club: SEM entrada. SEM consumo mínimo obrigatório.
Não tive conhecimento (o que lamento) quanto ao que refere de ter sido cobrado o valor de 3,00€ pela presença, nem entendo o porquê de tal ser exigido, tendo em conta que o acordado não tinha sido isso.
Não sendo de facto a gestão das entradas responsabilidade da Edita-Me, não o deixa de ser a sua organização, bem como a divulgação que fez.
Assim, em nome da editora enquanto entidade responsável pelo evento, apresento-lhe formal e publicamente o meu pedido de desculpa, prontificando-me a DE IMEDIATO ressarci-la (a si e a todos que se tenham deparado com a mesma situação) dos valores em questão.
A menos que até às 13:00 me indique outra forma, seguirá ainda hoje via CTT o valor de 21,00€
Grato pela sua chamada de atenção, sem a qual, não teria tido conhecimento da situação,
Com os meus melhores cumprimentos,
Carlos Lopes."
A David Ferreira:
Em primeiro lugar, penso que não será nenhum autor que tenha participado no concurso, pois não encontro nenhum com o nome "David Ferreira". Apenas isto justifica o que afirma quanto aos direitos de autor - se bem que a comunicação aqui colocada a 24/Out (e enviada por email para todos os autores), é clara quanto a esse assunto, a qual mereceu a concordância de muitos (comunicada directamente à editora) e não mereceu a discordância de ninguém!
Não entendo o que pretende dizer quando afirma “…tal como já me tinham alertado” e muito honestamente, gostaria. Pois isso demonstra uma certa “pré-disposição” de análise, da qual gostaria de saber tanto a origem, como o porquê da mesma.
Quanto ao que afirma sobre o livro, é obviamente a sua opinião, tendo todo o direito a ela bem como a manifestá-la. Poderá não ser do seu agrado, mas tenho a consciência que não seria possível ser do agrado de todos, pois cada um tem os seus parâmetros de avaliação. O propósito deste livro, foi o de publicar os autores que haviam concorrido, como forma de divulgação do trabalho dos mesmos. Nenhum outro.
No que respeita ao cuidado à recepção dos autores, poderei, de facto, ter pecado mas por excesso. Tenho como princípio dar a melhor atenção a todos (originando algumas conversas algo longas) o que, num evento com tantas pessoas, dificulta o processo. Estiveram presentes muitos autores, muitos dos quais com assuntos que pretendiam falar comigo e como tal, não foi possível dar a mesma atenção a todos. Para tentar colmatar alguma falha nesse domínio, solicitei publicamente no final do evento a todos os autores presentes que não saíssem sem falar comigo. Aconteceu com muitos. Estou certo que não com todos.
Ao que denomina de “jogada de publicar o máximo de autores” eu apenas lhe respondo que o propósito era mesmo esse: publicar o máximo de autores concorrentes. Fui tendo consciência no desenrolar do concurso, que esse era um dos principais objectivos da maioria dos concorrentes e tudo fiz para que tal se concretizasse.
A editora, é uma entidade fiscalmente viva e activa. Qualquer pessoa que pretenda um documento comprovativo de compra, poderá e deverá solicitá-lo no momento da compra. Neste evento não aconteceu. Não obstante isso, não o tendo feito, poderá solicitá-lo a qualquer momento, enviando os dados em nome de quem pretende o documento, que de imediato, enviaremos via CTT.
Não foi apenas uma ilustração que foi incluída extra-concurso (nem a mesma foi a convite). Foi um trabalho em cada categoria, produzidos por colaboradores da editora (conforme explicitado junto ao nome do autor) . Não vejo em que aspecto isso possa representar um ”desplante”. Apenas pretendeu obter um envolvimento ainda maior por parte dos colaboradores da editora, que tanto fizeram para que este concurso e esta antologia fossem uma realidade.
Quanto ao texto vencedor na categoria de conto, o próprio autor já lhe deixou aqui a resposta ao mesmo, a qual, a editora, subscreve na totalidade.
Lamento que em todo este processo, não tenha encontrado um único aspecto positivo. Mas penso que o porquê encontra-se patente ainda antes da primeira vírgula do seu comentário.
À inteira disposição para qualquer esclarecimento que entenda por bem,
Carlos Lopes.
Beterraba ou marmelo?
Realmente, como me foi explicado à saída, dado o adiantado da hora, era já cobrado consumo mínimo uma vez que as pessoas que se encontravam nas caixas não sabiam quem era quem e aquilo É uma discoteca.
Contudo, como leitora no evento, bastou à pessoa que estava comigo dizer isso mesmo para que fosse chamada a responsável do Bela Cruz e nada fosse cobrado. Portanto, não é exactamente verdade que nada podia ser feito.
Houve, concordo, uma desorganização ou descoordenação como queiramos dizer entre as duas entidades. Na minha opinião nada estranha, diga-se, dado o elevado número de pessoas que acorreu ao evento.
Já agora os meus PARABÉNS à coragem que a Edita-me demonstrou, na pessoa do Carlos Lopes, em avançar com um projecto que tem em vista o desenvolvimento do gosto pela escrita e a descoberta de tantos talentos que por aí andam meio escondidos ou, pelo menos, calados.
A verdade é que nem todos podemos ser um deles, paciência. É mais simples e muito menos trabalhoso (embora sem proveito nenhum, diga-se,) ficarmos paulatinamente a apontar os erros de dedo esticado e jeito ofendido...
Para mim também é mais cómodo mas como não lucro nada com isso...
Eu, sinceramente, achei tudo bastante bem organizado. Um belo evento. Foi pena eu ter chegado tarde, vendo-me desprevenido aquando da entrega do prémio. Foi praticamente no momento que cheguei.
Confesso que não falei com o organizador, o Carlos Lopes, excepto quando fui receber o prémio. Mas tal deveu-se à minha disposição que, no sábado, não era a melhor. Tenho a certeza que não faltou oportunidade para todos darem uma palavra com ele. Quanto a mim, espero comparecer num dos próximos eventos da editora para conversar, sem contrariedades, com o corajoso editor. Ou encetar uma conversa por qualquer outro meio, já que a sua disponibilidade tem sido nada menos que total. Todos sabemos disto.
Em relação ao valor do consumo mínimo não me tinha apercebido do problema. Fiquei até tarde, já que os meus amigos quiseram ficar a usufruir do excelente espaço. Não pude negar a minha companhia a quem veio de Aveiro comigo, não só para me acompanhar, mas também para se divertir no dia das bruxas. Já sabia que àquela hora, num clube como aquele, teria com certeza de pagar algum valor. Desconhecia o problema de quem saiu mais cedo.
No entanto, estando a situação já remediada da melhor maneira possível, não vejo qual a razão para se continuar a desdenhar de um evento e de uma iniciativa que só peca por ser caso raro.
Embora, pelos vistos, pareça uma fartura para muita gente.
Continuem a ler, a escrever, a divulgar.
Como sempre e para não variar...
Pessoas que digam mal há sempre muitas, que façam melhor (ou até pior) é que há poucas!
Parabéns pelo belíssimo evento
O facto de haver "Velhos do Restelo" é apenas um indicador de que estamos todos no bom caminho.
Alento a todos e mais uma vez obrigado à "Edita-me".
Compreendo a Donagata, o Emanuel e o Ludovico mais ainda.
Os Velhos do Restelo são aqueles que não se conformam com esquemas menos claros. Seja antes isso que outra coisa.
O consumo inexistente foi mesmo cobrado, mesmo depois de explicado aos responsáveis do bar. Podem contar as historinhas que quiserem que não mudam o que se passou.
Curioso é também tão poucos a dizer seja o que for com tantos que lá estavam.
Para já fiquem com este limk:
http:\\livrariapodoslivros.blogspot.com\2009\11\pseudo-editoras.html
Coisas destas são sempre péssimas e neste caso pior que associam o Norte a estas porcarias. Eu como Nortenho só posso ficar cada vez mais incomodado.
Pelos próximos dias prestarei os devidos esclarecimentos ao editor a ao Ludovico.
Já me esquecia.
Em que livrarias se pode encontrar a antologia?
Sr. David Ferreira,
Em vez de falar do que não sabe e colocar aqui links que de forma alguma se relacionam com o modo de funcionamento desta editora, porque não tenta esclarecer as suas questões junto do próprio editor? Tem prazer em mal-dizer? Pelo menos mal diga com conhecimento de causa, se encontrar razões para isso.
Eu tenho todo o orgulho em que no Norte se promovam iniciativas como esta. Todos os que participaram sabem os moldes em que o concurso funcionou. Tratou-se de uma iniciativa séria e responsável.
A meu ver até o facto do Bela Cruz ter cobrado entrada, encaro como normal, já que quando saio e usufruo dum espaço como um bar ou discoteca, sei que à partida me vai ser cobrado um consumo mínimo. Neste caso, até nisso não há razão para reclamações, já que o editor se prestou a reaver os valores a quem se sentiu lesado. Atitude de um nortenho sério.
Cristina Maia
Depois de ter estado presente no evento e de ler atentamente todos estes post's, sou forçado a dar razão ao Sr. ou Sr.ª que não teve coragem para assinar o post que fez!
Este caso é mesmo digno de ir para a comunicação social, até mesmo para notícia de abertura de um qualquer telejornal, porque de facto, não é todos os dias que se vê alguém acusar um autor de plagiar o seu próprio blog!
Sr. David Ferreira, com todo o respeito, o Sr. não tem mais nada que fazer do que falar de coisas que não sabe?
Vai continuar a postar links de situações que nada têm a ver com esta editora?
É que... não sei se já se apercebeu, mas as suas opiniões já cairam em descrédito total!
Assim sendo, resta-me agradecer ao Sr.David Ferreira as gargalhadas que me proporcionou!
Mais uma vez parabéns pelo evento e excelente iniciativa desta jovem e promissora Editora
Este link já será mais relevante:
http://retratos.wordpress.com/2009/11/04/em-como-se-expoe-uma-pseudo-editora/
E este também:
http://livrariapodoslivros.blogspot.com/2009/11/comentario-ao-post-anterior-pseudo.html
Rui Silva: Não vale a pena perder mais tempo com quem não lê. O prazer é mesmo mal-dizer.
Provavelmente, este senhor é que faz parte de alguma pseudo-editora.
Cristina Maia
É pá, leiam o raio dos links e vejam o que pessoas envolvidas na indústria têm a dizer (assistente editorial da Saída de Emergência e um tradutor (vejam os comenários de Luís Rodrigues no primeiro link)) em vez de fecharem os olhos e baterem palmas.
É que se não forem lá, realmente não vale a pena perder tempo com quem não lê (vocês).
E tem nas suas referências uma editora que é das piores aves da rapina hipocrita que anda no lodo do mundo editorial nacional...
Desistam, quem se chama David Ferreira. Com pouca ou nenhuma razao ninguem vos leva a serio depois da vossa ridicula acusaçao de plagio.
Aviso ja a todos:
Foram referidas pessoas que já fizeram campanhas de difamaçao na internet sobre pessoas até que concorreram a esta iniciativa. Preparam-se.
Acho piada toda a gente dali falar em custos que as editoras "a sério" nao pedem... quando na verdade, é a coisa mais fácil gastar mais de 200€ a tentar SER OUVIDO por uma editora. E isto é a ponta do icebergue.
Mais uma vez a falta de consistencia da "Saida da Emergencia". Sempre com a mesma face de "gajos novos que inovam e que tentam fazer coisas de maneira diferente" mas acabam por ser os tipos com as mesmas pancas, pancas por certos autores, pancas por certas pessoas, pancas com isto e aquilo.
A sério, "SdE": nao andaram voces com as e-zine a tentar algo novo? Nao teram dito igual ou pior de voces quando começaram? E nem foi assim há tanto tempo. Nao fica nada bem a pessoas de fora a pegarem assim nas pessoas que também tentam fazer algo diferente.
@Miguel Faria: gastaste 200 euros para tentar ser ouvido por uma editora? Conta como foi. Os megafones andam assim tão caros?
Diga-se que portes e envios de cópias impressas de manuscritos com aviso de recepçao saiem caros quando os tens que fazer tu. Repetidamente.
De facto, gostava de ter conhecido um desses "author mills" na altura. Tinha-me saído mais barato. Tinha-me saído mais barato e tinha mais cópias.
Aliás, lembro-me de alguns casos nestes últimos meses de editoras grandes do mercado irem precisamente a buscar gente que publicou em "author mills".
A assistente editorial a quem se refere pertence a uma editora que constantemente lança concursos, cujos prazos nunca cumpre. Se os membros dessa editora trabalhassem mais e perdessem menos tempo à procura de criticar outros que o fazem, certamente tudo correria melhor.
Engraçado falar em contratos para isto e aquilo. Os concursos que eles promovem nunca ninguém fez contrato.
E eu até soube deste evento por um desses senhores. Engraçado.
Aqui já nem está em questão o facto de se ser ou não nortenho. Trata-se mesmo da mentalidade pequenina de muitos 'portugueses' que só se sentem bem em criticar em vez de fazerem alguma coisa para melhorar o que têm.
Façam-se à vida! Façam críticas construtivas. Informem-se antes de criticar.
E lá voltam eles a apontar o dedo à injustiça dos prémios. Eu perdi e achei que foram bem atribuidos. E tava lá. E lá andam esses senhores que nao foram e duvido que tenham lido a antologia a dizer que houve trafulha na escolha dos vencedores e plágio e isto e aquilo.
E ainda por cima, a editora publicou online a tabela de classificações, com as classificações POR CRITÉRIO de avaliação!
Não conheço mais nenhuma que o tenha feito!!!
E agora tem erros ortográficos e gramaticais... isto de facto...
MEUS SENHORES:
A antologia, resulta dos TEXTOS A CONCURSO em que um dos critérios era: Utilização correcta da língua na escrita!
Se fizessem revisão dos textos, como poderiam depois justificar as classificações?
Não fizeram revisão E MUITO BEM!
E eu CONCORDO com o que tive a mais e a menos do que certos autores. Plenamente. Ajudou-me mais a refinar o meu estilo e sei exactamente ondem me focar. Valeu cada euro gasto. Nenhuma editora até hoje me ajudou tanto. Ou concurso. Ou outra coisa qualquer.
Concordo o que o o outro anónimo disse:
Nada para nos fazer interiorizar os nossos vícios e erros do que os nossos erros publicados a olhar para nós.
O problema é os danos colateriais disto:
Por causa desta discussao entre certas pessoas, quem sai prejudicado é a Edita-me, a SdE, os participantes e os vencedores. E sao sempre os mesmos tipos a levantar estas ondas.
Isto podia ter-se evitado tudo com um pouco de mais informaçao e pensando antes de apontar dedos. O que acontece com isto é que todos perdem razao e perdem todos credibilidade.
Mas está tudo louco?!
A editora fez bem em não fazer uma revisão do texto?!
Quer dizer, podem mudar o texto ao retirar partes do texto, sem sequer terem autorização do autor (isto dito publicamente por uma das autoras incluídas na antologia), e depois fazem bem em não corrigir (ao menos) os erros ortográficos para melhor manter a pureza do texto original?!
Mas mesmo que não tivessem alterado nada no texto, então o editor subtrai-se por completo do seu dever de garantir a qualidade mais básica no que está a cobrar 20 euros ao leitor? Onde fica o respeito do editor perante o leitor?
E sim, já encomendei o livro. Espero em breve poder apreciar estas questões de forma mais informada, mas o que tenho lido até agora não me deixa nada descansado.
E, por favor, um pouco mais de bom-senso, porque se fala de livros... e não de sacos de batatas. E mesmos nesses, gosto que o produtor se preocupe a eliminar as que vêm podres!
Cumprimentos,
Rogério
Ei Rogério.
Você chamou o conto vencedor de fanfic e plágio antes de ter lido algo.
Acha que alguém QUER SABER da sua opinião?
Caro anónimo,
vejo que para além de anónimo, você também é ignorante. Ignorante na forma como não consegue ler um texto e daí retirar o seu significado, ou, em alternativa, puramente mentiroso.
Como não tenho por hábito acusar sem provar, seguem, na integra, os dois posts a que se refere.
#1:
"QUOTE(Anibunny @ Nov 1 2009, 22:04:58)
Já há acusações de "plágio"
http://edita-me.blogspot.com/2009/11/talen...s.html#comments
agora que vejos os sites... já percebo o que é o Rex Mundis... acho que não foi plágio mas probably uma fanfic... mesmo assim achei o conto bastante confuso mas é a vida!
END OF QUOTE
Plagiar -
v. tr. e intr.
Copiar ou imitar, sem engenho, as obras ou os pensamentos dos outros e apresentá-los como originais.
Ou seja, a serem verdadeiras as acusações, mesmo que fanfic, é plágio!
Rogério"
#2
"QUOTE(Samwise @ Nov 2 2009, 09:50:29)
Pergunta: deixaria de ser plágio se fosse apresentada a fonte da inspiração? (e dessa forma eliminando da definição de plágio o factor "apresentar como original")
END OF QUOTE
Pois, hoje em dia a fronteira entre plágio e "homenagem" está muito ténue. Como exemplo, basta atentar no caso do "Código de Da Vinci", do Dan Brown, e o "Holy Blood, Holy Grail". Como o autor do primeiro reconheceu o segundo como "fonte de inspiração", escapou ao processo de plágio.
Claro que há aquela versão cínica de que desde a epopeia suméria do Gilgamesh nunca mais ninguem inventou nada de novo, looool.
A outra hipótese, neste mundo globalizado, é até terem ido os dois (Rex Mundi e Render da Guarda) inspirar-se a uma fonte comum. Embora repetir nomes de protagonistas é dar muito nas vistas... mas nisso, o Rex Mundi também foi buscar Sauniére ao mesmo sítio dos livros anteriormente mencionados... ou seja, ninguém escapa! LOL
Rogério"
Caro anónimo, dá para perceber agora que eu não estava a acusar o texto vencedor de plágio antes de o ler (daí eu ter escrito "a serem verdadeiras as acusações"), e que, mesmo que esse conto tenha alguns elementos em comum com a tal bd, isso pode por si só não constituir plágio (e daí ter escrito "A outra hipótese, neste mundo globalizado, é até terem ido os dois (Rex Mundi e Render da Guarda) inspirar-se a uma fonte comum.")?
Pois, aparentemente alguns de nós ainda conseguem saber do que falam!
Rogério
PS: e aconselho-o vivamente a deixar cair esse seu anonimato. É que geralmente as pessoas tendem a NÃO QUERER SABER da opinião das pessoas que nem de assumir a sua identidade são capazes!.
Obrigado por mostrar a todos o pouco que sabia do assunto mas o quão rapidamente fez juízos.
Maria.
Eu acho que não está a ver o ponto por qual fica mal e se vê logo que fala do que não sabe:
O conto nem sequer é sobre o Graal ou desses livros à Dan Brown e o Rex Mundi é uma palavra usada, tal como "Jesus", "Deus", "autoclismo".
E o autor nunca falou donde tirou inspiração.
Maria.
Cara Maria,
como deve ter reparado quando foi ler os meus posts ao fórum bbde, eles foram feitos num determinado contexto. Pensei que ao colocar aqui os posts na integra a esclarecesse. Aparentemente não fui inteiramente bem sucedido. Como podia (devia) constatar, limitei-me a levantar hipóteses, bem diferente de fazer juízos. A argumentação está à vista de todos. Aconselho-a a fazer uma terceira leitura, há quem diga que à terceira é de vez.
Igualmente, a minha referência ao Dan Brown nunca teve como intenção comentar o conteúdo do conto, mas ilustrar a questão plágio/inspiração. Pensei que também isso tivesse ficado explicito. E, a ter formado uma ligação com os tais dois livros, até seria do Rex Mundi, por ter retirado de lá o nome da personagem principal.
Creio que, se ler com atenção, tudo isto se tornará claro... e poderá ultrapassar esse seu juizo àcerca do que escrevi.
Rogério
Mas o Rex Mundi nem é uma personagem... é uma palavra. Não é por um livro ter a palavra "candeeiro" que plagia outro chamado "O Candeeiro". A personagem que o autor é acusado de plagiar, se ler o comentário do autor aqui em cima, que penso que citou anteriormente, pertecence ao autor. Ou seja, o autor não foi acusado de plagiar outro livro, mas sim de roubar uma personagem a si mesmo.
Maria.
Ah, então, se ele roubou a personagem a si mesmo, não há problema.
Fico mais descansado!
Rogério
O insólito é acusarem alguém disso. Todos que escrevem algo devem compreender o bizarro de ser acusado de se plagiar a si mesmo.
Maria
Eu cá acho que ser acusado de se plagiar a si mesmo parece um daqueles acontecimentos referidos nas isenções de responsabilidade...
"Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência... a não ser que seja qualquer coisa que eu tenha vivido ou escrito antes ou assim. Aí realmente não é coincidência."
É ironia que detecto no último comentário assinado de "Rogério"?
É que ninguém se rouba a si mesmo... E se me saltar daí um daqueles discursos de como os autores devem criar e não reciclar ainda tenho para aqui uma apoplexia de tanto rir, tendo em conta que o tal personagem roubado é "emprestado" ao conto, visto que o conto faz parte do universo em que esse personagem existe e se virá (espero eu) a desenvolver. Aquilo é praticamente um anexo!
Liliana Arcanjo
Aliás, ser acusado de se plagiar a si mesmo é que é prestígio! XD
Liliana Arcanjo
Estou tão mas tão cansado de vir aqui e sempre que venho é isto. Eu só queria ver se já tinham as fotos do evento...
Andam à volta do plágio, mas ninguém adicionou algo coerente que eu possa explicar. Só digo que não me inspirei em obra nenhuma para o conto, apenas em conceitos de história e religião e brinquei com a coisa. Que nem são os mesmos de obras apresentadas. Se alguém tiver uma dúvida mais ou ponto pertinente, terei todo o gosto de o ouvir e explicar, mas não aqui, através do meu contacto privado.
Quanto aos avisos e acusações de pseudo-editoras. Enfim, a discussão ser levada neste tempo é uma das razões por qual eu posso trabalhar 12 horas no laboratório, nas pausas escrever para uma tese e chego a casa ainda escrevo noite a dentro com um sorriso nos lábios. Mas basta-me falarem em "editoras" que dou 5 minutos para ter uma dor de cabeça. O aviso pode ser nobre e bem intencionado, mas aposto que o David Ferreira - pessoa singular ou colectiva - me compreende se eu suspeitar das suas intenções depois do assalto infundado a que me submeteu. O mesmo digo algumas referências feitas nos blogues. O author mill ou lá o que chamam é algo que eu não gosto, até porque eu sou de parcos recursos e o mais precioso que tenho são as minhas histórias. Mas não é preciso virmos duma de sacrossantos de que são estas iniciativas que arruínam as editoras a sério. As editoras a sério arruínam as editoras a sério. Eu tenho histórias muito más com o mundo editorial, algumas que atingem o surreal. Algumas editoras aposto que até author mills têm melhores éticas de trabalho.
Mas concordo e dou valor a um ponto: toda a gente deve saber onde se vai meter. Eu, como afirmei já no blogue anteriormente citado pela David Ferreira, gostei do tom "Bora lá fazer um conto!" e sem grandes expectativas, saltem para o exercício. Não planeei nunca fazer dinheiro com escrita não científica e não era com um conto minúsculo de 6 páginas que contava fazer. No máximo contava ter o mínimo de destaque, coisa que estou há mais de uma década para fazer e poder contar um pedaço de uma história a alguém e quem sabe, cativar alguém a querer ouvir mais.
O trabalho de qualquer editora é ganhar dinheiro, pseudo ou "editora a sério". Se o puderem fazer divulgando coisas novas e boas revisões e edições, melhor. Se tiverem boa ética de trabalho, podem contar comigo. Mas qualquer das maneiras, toda a gente deve ter bons contratos e saber onde se mete. Em tudo.
De resto não falo mais, porque cabem a outras pessoas e à editora. Nem da edição ou revisão do livro posso comentar, uma vez que infelizmente nem peguei no livro desde que voltei a Espanha.
Não vou voltar a comentar aqui, mas estou sempre aberto às pessoas. Qualquer um que queira discutir algo ou apontar algo ou só falar, o meu contacto está aberto.
Boas leituras a todos e cumprimentos.
Ah e sim, Rex Mundi é basicamente um conceito. Aliás, antes de ser um conceito é só mesmo "Rei do Mundo" em latim. E palavras ainda não têm copyright. A maioria pelo menos.
Liliana
"O trabalho de qualquer editora é ganhar dinheiro, pseudo ou "editora a sério".
Não é só das editoras, caro Ludovico, esse "trabalho" também é o dos gatunos e chupistas, entre outras pessoas individuais ou colectivas que por aí espreitam aos cantos.
"Se tiverem boa ética de trabalho podem contar comigo."
E, se não tiverem, pelos vistos, também podem contar consigo. Resta saber que outros tipos de "ética" existem para além da "boa".
Jota
A iniciativa foi boa, planeada mas não correu idealmente. EU tenho pena disso e muitos já o apresentaram. Agora, eu não sei o suficiente sobre a editora para fazer esses juízos. Essas palavras foram desnecessárias Jota.
Maria.
A Maria só não sabe o suficiente da editora se não quiser saber ou não quiser raciocinar.
As características deste "concurso", aquelas que definem o método de "trabalho" da editora, estão bem à vista. É só ler o que está escrito ao longo deste blog. E em outros locais.
Jota
Não conheço o livro nem estive no evento, mas há alguns pontos que da minha parte merecem um comentário geral:
1. Se é uma editora e se há publicação, pressupõe-se que haja edição. Como foi dito, é uma questão de respeito para com o leitor e também para com o autor. Ou todos os escritores escrevem tudo bem à primeira e toca a publicar? Ainda para mais em autores desconhecidos e por isso provavelmente amadores, o trabalho de edição é ainda mais necessário.
2. Se não há edição, então não creio que deva ser publicado nos moldes de um livro normal, porque quando compramos um livro espera-se que haja revisão e edição dos textos. Uma fanzine não é um livro, embora a qualidade de algumas seja maior que a de alguns livros ;)
3. O facto de se tratar de um concurso não é incompatível com a edição posterior. Além disso, se conseguem elaborar uma tabela com classificações tão específicas em relação aos critérios de adequação, escrita, etc., parece que foi feito algum trabalho de revisão, pelo menos para poder ser feita uma avaliação.
4. Na minha opinião, direitos de autor não devem ser pagos como vale de desconto utilizável apenas na compra da própria obra, muito menos com um prazo de validade. Neste caso, se os autores estão devidamente identificados, porquê um prazo?
5. Seleccionar 80 autores parece-me um número muito, muito exagerado. E dentro de 113 submissões, acho difícil de acreditar que 80 tivessem qualidade para publicação, mesmo com uma fasquia mais baixa.
6. Concordo que ninguém deva pagar para ser publicado. Enviar manuscritos para editoras não é pagar-lhes, é pagar aos correios. Nem todas são boas e se a resposta obtida não for favorável, a solução é continuar a tentar e/ou reescrever.
João Silva
Liliana: Obrigado por reconhecer a minha ironia. ;)
Ludovico: Ficam prometidas algumas palavras sobre o conto, assim que o ler (questão de 2-3 dias, penso eu).
Rogério
Devo certamente ser a única que, sem sombras de dúvida, vos pode confirmar que plágio nem vê-lo, uma vez que para além do mencionado blog ser do próprio autor, foi também criado posteriormente. Eu mesma li o conto ANTES de ser submetido e o blog ser criado. Daí ser irrelevante tal tópico de discussão.
Acrescento também, e de opinião pessoal (como se diz: gostos não se discutem, lamentam-se), que acho de mau tom cobrarem tanto pela antologia aos autores, quer com desconto ou não. É de conhecimento público que a impressão não é tão cara assim. Mais valia usufruir dos serviços da Lulu. Mas como sempre, livros em Portugal é a puxar pelo bolso. Não admira que o inglês passe a ser predilecto.
É-me também curioso o número conseguido de autores. Questiono-me sinceramente quão consistente pode ser algo curto, de 6 páginas, ainda por cima em Arial e tamanho superior a 14, quando já o espaçamento pedido era de 1,5, ser chamado então de conto. Tenho imensas antologias (como as do Mammoth Books) e nunca nenhum conto fica inferior a 10 páginas. óbvio será dizer que muito será cortado e fica a dúvida ao que dar atenção: a história ou a acção? Aconselho também a darem uma vista de olhos a um template americano de submissão de manuscritos. Talvez dê alguma iluminação.
No final só faltará dizer que o único a louvar sem ponto negativo será mesmo a iniciativa, que escassas como são é sempre complicado.
Antes de mais gostaria de deixar bem claro que vários dos participantes (e vencedores) do concurso para esta antologia são meus amigos e conhecidos. Acredito, ainda que ainda não tenha lido nenhum dos contos (excepto o do Carlos Eduardo), que temos alguns de grande qualidade.
O que está aqui em causa não é nem nunca foi isso, tanto nos posts da Pó dos Livros, da Safaa Dib e do Rogério (e, já agora, também do meu post no meu blog). O que está em causa, sim, é a ética desta editora (pseudo-editora?).
É certo que esta foi uma oportunidade para alguns autores editarem pela primeira vez em papel e, na maior parte dos casos, editarem de todo. No entanto, não tenho tanta certeza assim se os objectivos dos editores/organizadores são tão nobres e transparentes como é afirmado aqui no blog.
[Atenção, eu não conheço os editores, por isso não estou a julgar ninguém - estou, pelo contrário, a analisar as várias hipóteses que se nos apresentam: a de que os editores estão a fazer isto pelo género e a de que os editores estão a fazer isto por interesses económicos.]
Vejamos, então, porque é que surgiu a dúvida.
Numa antologia de 350 páginas surgem 80 autores, sacrificando-se para isso a estética da antologia (ainda não tive em mãos, estou a supor que o que se tem dito é verdade), e cada exemplar dessa antologia de 350 páginas custa 20€. Este é um preço que, por si só, é exorbitante, tendo em conta o tamanho da antologia. Se considerarmos ainda que não há despesas com a distribuidora nem há uma percentagem que reverte (não sei se é o termo mais correcto) para a livraria que vende o livro (só há a possibilidade de venda directa, neste caso), então esse preço ainda mais surreal se torna.
Vejamos um exemplo de uma editora standard que edita um livro de 350 páginas e que define como preço de capa 16€. Tendo em conta que essa editora tem de pagar à distribuidora, à livraria, ao revisor (que também não existiu nesta antologia, ao que parece), ao paginador e ao editor, e ainda ao autor (pago pelo seu trabalho nas editoras normais), pergunto-me como é que as editoras normais sobrevivem. Se a solução para a viabilidade do projecto é vender cada exemplar por 20€, não pagando a autores e não estando envolvidos no projectos revisores, paginadores nem distribuidoras, então todas as editoras standard deveriam estar na falência. Pura lógica.
Mas pronto, quem participou sabia no que se estava a meter. Se concordo que, não tendo a editora despesas com mais nada, esta não faça aos autores sequer um desconto decente sem validade (já nem falo em oferecer um exemplar)? Não. Mas não fui eu que participei. Nem sou eu que vou compactuar, comprando-o.
Quando puder comprar uma antologia do mesmo género em que os meus 20€ possam remunerar o trabalho de todos os envolvidos, desde autores a editores, passando por revisores e paginadores, fá-lo-ei. Até lá, não contem comigo.
É que se é certo que sem editor não haveria antologia, sem autores também não.
" E agora tem erros ortográficos e gramaticais... isto de facto...
MEUS SENHORES:
A antologia, resulta dos TEXTOS A CONCURSO em que um dos critérios era: Utilização correcta da língua na escrita!
Se fizessem revisão dos textos, como poderiam depois justificar as classificações?
Não fizeram revisão E MUITO BEM!"
Este comentário é que não entendi se era no gozo ou não... É que se não era no gozo... xD
Abraço cordial a TODOS,
Francisco Norega
Caros amigos,
Sinceramente também a mim já me começa a saturar toda esta polémica!
Falam deste livro como se ele fosse um acontecimento digno de um prémio Nobel!
Devo lembrar a todos, que a ideia da Editora sempre foi fazer um CONCURSO! Concurso esse em que os autores, ao escreverem "meia duzia" de palavras de habilitavam a ganhar um computador portátil Tsunami. Pergunto-vos quantas editoras já viram a fazer concursos destes?
Pelos vistos, as pessoas que aqui comentam o blog (e não os autores) estavam à espera que os autores enriquecessem à custa de um conto num simples concurso!
Caros amigos, como todos sabemos, a impressão da antologia foi apenas um registo do que aconteceu. Antologia essa, que ninguém foi obrigado a adquirir! Se cada um comprou foi por livre e espontânea vontade! Se deu os 20€ é porque teve vontade de os dar! Já pensaram que a editora arriscou a não vender um único exemplar e ficar com a Antologia toda em stock? E mesmo assim, a editora arriscou seguiu com a sua impressão... conhecem alguma outra editora que o tenha feito?
Já pensaram nos custos do concurso? Nomeadamente no aluguer do espaço, nos honorários pagos ao juri, nas horas dispendidas a ler e a avaliar 130 textos, no concerto dos 575Band que como é obvio, não foi de borla...
Meus amigos, eu não estou nem do lado de quem se sente lesado (que pelos vistos nem é nenhum dos autores) nem do lado da Editora, mas acho que vocês deveriam pensar um bocadinho, antes de acusar a editora de se aproveitar dos autores!
Um custo de um livro (seja ele qual for) não se limita à sua impressão!
Tudo isto me leva a concluir que:
" A inveja é uma coisa muito feia "
Meus caros amigos, critiquem menos e façam mais (mesmo que sejam mal sucedidos) - é o meu mais sincero conselho.
Queria ainda acrescentar que cada um é livre de chamar o que quiser ao que quiser.
Para mim os U2 também são uma pseudo-banda até porque tem 4 músicos em cima do palco, e mais 3 a tocar por baixo do mesmo. E no entanto... são o que são... e no entanto ninguém os acusa de se estarem a aproveitar dos músicos que tocam underground!
Para mim as "editoras a sério" como vocês lhes chamam, é que são as "pseudo-editoras" porque não dão oportunidade a verdadeiros talentos que continuam com as obras na gaveta, por não terem um nome no mercado! Editar um livro de um apresentador de televisão ou de alguém conhecido, que toda a gente sabe que vai vender rios de exemplares, isso também eu o faço!
É do lado das editoras que só fazem investimentos seguros que vocês estão?
Se pensam que chegam a algum lado com isso, desistam, cada um vê o mundo da sua forma :)))
Engraçado como isto é um crime tao sério e uma exploraçao tao grande mas só estamos a ouvir sobre ela depois de alegadamente os autores terem sido burlados e o livro publicado.
Nos meses anteriores, ninguém disse um pio. Aliás, eu soubo deste concurso através de algumas das pessoas que andam a apontar dedos agora, pelos seus blogs e sites.
Agora é um bocadinho tarde, nao acham?
Agora é tarde porque, apesar das desconfianças, acho que ninguém a não ser os editores tinha a certeza de como este "concurso" iria decorrer. Ninguém sabia, por exemplo, que os publicados teriam de comprar os seus exemplares, ainda por cima com um desconto ridículo, pelo valor e pela temporalidade da "oferta". Ninguém sabia que se iam publicar quase dois terços das obras a concurso, sem critério discernível, sem revisão e sem paginação com nome disso.
Por exemplo, em Agosto já se levantam dúvidas nos comentários deste post:
http://correiodofantastico.wordpress.com/2009/08/04/concurso-de-talentos-fantasticos-edita-me/
Ok, ninguem sabia dantes. Percebo isso.
Mas acusaram aqui já alguns autores de participarem já "sabendo do esquema."
Sinceramente, é tarde para avisar alguém, mas nao é antagonizando os autores que se vai a lado algum. Ou querem que coloquem os livros numa pira, os portateis na base e os queimem porque sao "criaçao do mal"?
Entendo também a apreensao com futuras iniciativas, mas cada coisa que se julgue a seu tempo. Nao vale a pena inflamar por algo que pode nem acontecer.
Estes três últimos comentários devem ser para provocar flatulência nos lábios.
Custos? Quais Custos? Os da editora, ou os de quem pagou para comprar o livro? Quem terá verdadeiramente arcado os custos, pergunto-me.
O aluguer do espaço custa dinheiro? A banda custa dinheiro? Pois sim, certamente.
E acaso terá sido dada alguma hipótese de escolha aos participantes no projecto sobre onde gastar esse dinheiro? Por exemplo... ora deixa cá ver... na correcção gramatical dos trabalhos escolhidos... ou... na oferta de um exemplar aos participantes...
Não sei se já ficou claro para toda a gente ou não. Na dúvida aqui vai: não houve correcção e não houve exemplar para os escohidos para que a editora pudesse lucrar mais. É tão simples quanto isto. É proibido? Não. É ilegal? Não. É pouco ético? Reservo-me no julgamento, não vá ser interpretado como um mesquinho bota-abaixo.
Jota
Sr. Editor,
Gostava de lhe dar os Parabéns pela coragem da iniciativa. Em Portugal é difícil fazer-se seja o que for, já que o resultado é este que podemos ver.
Deu uma oportunidade aos autores lusófonos de poderem divulgar os seus trabalhos, algo com que poucas editoras se preocupam. Pelo que consultei nos links aqui deixados, uma das editoras que se empenhou tanto em defender os 'coitadinhos' dos autores (como se estes não o soubessem fazer por eles mesmos), é uma editora que divulga essencialmente autores estrangeiros, porque esses, sim, vendem em massa.
Estou a ler a antologia e a gostar da criatividade dos participantes, apesar de concordar que de facto, uma revisão ortográfica teria sido necessária. Isto não invalida de qualquer forma a iniciativa.
Parabéns aos autores. Supreendente!
Joana Dias
Infelizmente o livro não vai estar à venda nas livrarias, aparentemente porque não tem distribuição – mas posso estar enganado –, logo, não vou poder confirmar se de facto está mal paginado, tem uma qualidade de papel fraca e pior, tem inúmeros ortográficos.
Assim sendo recuso-me a pagar um cêntimo que seja pela dita obra. Lamento, mas 20 euros por um livro, o mínimo que devemos exigir em troca é que seja uma edição minimamente decente, e aparentemente, isso que aqui não existe.
Posso estar enganado, mas é como disse, enquanto não tiver o livro nas mãos para o poder confirmar, não me atrevo a comprar. E 20 euros parece-me um valor muito alto para um livro…
Os comentários das pessoas que defendem a edita-me só prova os danos que estas iniciativas fazem. É ridículo que as pessoas defendam negócios destes e que sequer os comparem com editoras a sério.
As ilusões mostradas que estas editoras podem ser o início de uma carreira de autor, desconhecimento de como funcionam as editoras a sério e o síndroma dos génios ignorados só demonstra a ignorância dos pseudo-autores que por aqui andam e da sua completa falta de contacto com a realidade.
Querem publicar e ter uma carreira de autores? Aprendam a escrever. Escrever bem não é, como se vê por esta internet fora, escrever uma purple prosa perfeitamente vomitosa e depois chamar-lhe lirismo.
Eu não concordo muitas vezes com o João Seixas, mas cito aqui um comment que ele fez a este post (http://retratos.wordpress.com/2009/09/07/quer-publicar-gratuitamente-ou-talvez-nao/) que é especialmente apropriado:
"Mas discordo do Rogério e do Luís. Esses tansos com aspirações a autores ainda deviam ser mais severamente taxados pela sobredimensão do ego. Ou acham que se nenhuma editora os quer publicar é porque são génios incompreendidos?"
E mais nada.
Mas não há problema. Quem agradece a vossa idiotice são os autores a sério, aqueles que escrevem e rescrevem, que não cedem ao facilitismo e mesmo quando demoram 10 ou 15 anos a publicar não desistem e acabam por publicar num editora a sério. Assim já são menos uns quantos a fazer-lhes concorrência.
Caro Rui Baptista,
Ao dizer coisas como estas - e paço a cita-lo:
"Infelizmente o livro não vai estar à venda nas livrarias, aparentemente porque não tem distribuição – mas posso estar enganado"
mais valia estar CALADO! Se não sabe não fale! Porque está mesmo enganado e a fazer figuras tristes!
"E 20 euros parece-me um valor muito alto para um livro…"
É o que lhe parece! E por isso tem todo o direito a não o comprar! Até porque a mim, dar 20€ por um livro não me custa nada!
Agora eu pergunto-me: Quando vão parar estes comentários idiotas?
Não têm o que fazer? Eu dou-vos uma sugestão: trabalhar não? Fazerem algo de útil não?
Eu disse que nao dava em nada em antagonizar os autores. E o que fazem? Antagonizam. Bravo. Assim é que os querem convencer?
A sério, o que querem vocês afinal? Eu disse a gozar, mas pelos vistos só vao parar quando se fizer uma queima de livros.
Combater o chico-espertismo típico português não é fazer algo de útil? Tentar abrir os olhos a algumas pessoas não é útil?
É o que eu digo, a gente que posta aqui viva no planeta dos macacos, só pode.
Mário, é que as pessoas às vezes só vêm as coisas se lhes derem uma valente martelada na cabeça.
E eu repito pela terceira vez:
O que querem que vejam? O que esperam conseguir?
- Toda a gente sabe os erros que houve;
- Já passou o tempo de "nao concorram que é burla".
- Qualquer outra iniciativa deve ser analisada na altura.
Ou seja: o que pretendem que os autores façam? Uma bela fogueira?
Que se deixem da armar em parvos...
O mesmo pode ser dito de si, caro Anónimo. Porque estes comentários sao bastante isentos de autores. Tirando um ou outro que veio defender-se de acusaçoes de plagio.
Os autores sao acusados de plagio. A editora de burla. Pelos vistos cada um anda a defender o seu peixe.
Caro Jota,
Se quiser eu mesmo posso lhe dar o contacto do Bela Cruz Club, e da 575Band, e tente marcar um evento com eles, e já poderá avaliar os custos!
Ou o Sr. ainda é daqueles que acredita que hoje em dia alguém faz alguma coisa de borla?
Isto está a tornar-se no mínimo ridículo!
Daqui a pouco está a dizer que a Editora enriqueceu à custa dos autores que escreveram meia dúzia de linhas para um concurso?!?!?
Este foi o meu último post, porque sinceramente, e com muita tristeza, eu e toda a gente já comprovamos que os vossos argumentos são cada vez mais parvos!
Com os vossos últimos post's mostraram qual é o vosso verdadeiro objectivo: Dizer mal da editora, dê por onde der, se não é por isto, é por aquilo! Vocês nem autores são, não sei porque tanto se doeram! Enfim...
Só para colmatar a questão, quando criticarem uma editora, aconselho-vos vivamente a pelo menos, se informarem dos termos técnicos. Ao que vocês chamam de "Editora a sério" tem o nome de "Major" e ao que vocês chama de "pseudo-editora" tem o nome de "Indie".
Talvez assim, as vossas acusações infundadas e ridículas até parecessem um pouco querentes!
Aprendam e depois falem
Nao. Editora Indie só há uma, a Saída de Emergência e mais nenhuma.
Que bom que existem saídas de emergência... afinal de contas... são elas que nos salvam!
Em Portugal, até as saídas de emergências estao trancadas. Nem que haja fogo, precisas de um aloquete.
Concordo plenamente, e aposto que é uma dessas pessoas que as trancam.
Na verdade nao percebo isso. Até abrir janelas é mais fácil.
Falem de metáfora que saiu pela culatra...
Acho bem que existam editoras pequenas que dêm oportunidades às pessoas. Desde que as coisas sejam bem feitas.
Mas o mal não são as editoras pequenas. O "podre" está mesmo nas grandes que dão sempre oportunidades aos mesmos mesmo que os livros tenham decréscimo de qualidade. Para não falar aqueles que editam só porque jogaram futebol ou dormiram com o pinto da costa.
triste é qualquer um de nós enviar um texto para uma editora que diz que os recebe e ficar 1 ano e meio à espera de uma resposta!
triste é isso.
triste é a desunião entre os escritores, entre "velhos do restelos" e "novos chicos esperto" nunca vamos conseguir que a literatura possa tomar um caminho positivo. Infelizmente.
Vocês sabem lá do que falam. Triste, triste é pessoas auto-denominarem-se autores e não saberem minimamente como a industria funciona. Enfim.
Então a das Majors e Indies é das coisas mais hilariantes que li nos últimos tempos. Não só revela um total desconhecimento da industria em Portugal como não percebeu patavina do que aqui se anda a falar. Rui Silva, vá ao médico a ver se ele lhe arranja um cérebro e depois venha falar.
E aqui não há desunião entre autores. Aliás, aqui não há autores, o que há são meninos mimados que pensam que tudo deve ser fácil e lhes deve ser dado de mão beijada e que o dinheiro deve comprar tudo, incluindo o estatuto de autor. Enfim, é povinho que temos. Ainda as pessoas se queixam dos políticos, do sistema, das editoras e afins. Com povinho deste é que não se vai a lado nenhum. É uma tristeza.
Após estes comentários e por causa de um "conto" que desconheço totalmente o seu conteúdo, bem se pode concluir com o que diz o provérbio popular!!!
"Quem conta um Conto... acrescenta um ponto!"
Caro Rui Silva,
Referiu, dirindo-se à minha pessoa, o seguinte:
«Se quiser eu mesmo posso lhe dar o contacto do Bela Cruz Club, e da 575Band, e tente marcar um evento com eles, e já poderá avaliar os custos!
Ou o Sr. ainda é daqueles que acredita que hoje em dia alguém faz alguma coisa de borla?»
Eu sou daqueles que ainda acredita que as pessoas devem ler com atenção os textos antes de lhes responder. Para evitar situações ridículas e embaraços no ego, entenda-o. Sei, ainda assim, que para alguns ler não implica compreender.
De qualquer forma, e aproveitando aquilo que por sua iniciativa decidiu trazer às discussão, vamos ser justos e transparentes em relação a tudo: se o Sr. tem esses valores consigo não entre em joguetes inconsequentes comigo e publique-os aqui. Não se esqueça é de publicar também o resto dos custos associados ao projecto, nomeadamente o custo unitário de cada livro e o custo dos tão badalados TSUNAMI. Para a editora.
Venho tarde, contudo. Referiu que não voltaria a este espaço para escrever e receio que mais ninguém dê sequências a estas solicitações. O que é trágico...
Quanto aos termos "Major" e "Indie", alguém anda muito baralhado dos neurónios. O alcance dos outros dois termos não era bem o mesmo destes que sugeriu em troca.
Jota
meninos mimados? por falar mal de uma editora grande que a todas as semanas dizia "pa semana é que é?" UOHHHHHHHHHH. és o maior! Das grandes só fala bem quem lá está. Eu disse alguma mentira? Por mais fracos que sejam os autores que aqui estejam (o que não é a minha opinião) QUALQUER UM deles escreve melhor que uma Carolina Salgado, um "Zé Maria", para não falar de outros...agora até é aquelas da TV que se lembram que servem para "re-escrever" contos infantis.
Isto é algum favor à literatura? ISTO SIM é a procura de lucro fácil.
Eu conheço editoras PEQUENAS que NÃO COBRAM para editar. Respondem em pouco tempo. Dão-nos todas as condições. Apoiam-nos. O mal delas? é a distribuição. Porquê? Nem sempre é culpa delas. Já soube de uns valores absurdos que algumas livrarias pedem como comissão...enfim...
Há desunião. Não estava a falar especificamente daqui. Mas parece que o povo português só está bem com o mal dos outros. é uma realidade. E até um cego "vê" isso.
Muito o povinho gosta de generalizar para defender os seus pontos de vista. Enfim, é mais fácil falar mal do que só se percebe pela rama do que arriscar destruir as ilusões que se faz na cabeça. Continuem assim, e chegam longe...
"Eu conheço editoras PEQUENAS que NÃO COBRAM para editar."
Também eu. E, que eu saiba, ninguém disse nada sobre essas...
E cego é quem não quer ver...
De facto aqui nao ha autores. Se calhar só a mesmo "meninos mimados". Porque como o Mário disse, os autores aqui nao falam. Eu nao sou autor e pelos vistos você também nao.
É isso. Somos uns meninos mimados todos.
Alias, metem sempre os autores ao barulho quando isto parece é uma guerra entre a SdE e a Edita-me.
Só por curiosidade,
Que raio tem a SdE a ver com isto?
Jota
quando falo de cooperar. não era só sobre os autores mas sim também sobre as editoras. o livro é algo em risco nos dias de hoje. o mercado de vendas tanto anda bem como anda mal. agora com os "e-books" ui...nem quero ver.
as editoras só perdem com estas guerrinhas sem pés nem cabeça. Se se juntassem e fizessem iniciativas, assim cenas originais, captavam muito mais publico.
Ok, continuam a insultar os autores - que desde que eu estive aqui nao mudaram a sua postura de nao estar aqui presentes - mas ninguém ainda me soube explicar o que querem que eles FAÇAM.
Pois caro Rui Silva, sobe pena de EU ser o único triste aqui a fazer figuras, sinto-me obrigado a exigir-lhe que me indique então quais as livrarias em que a antologia está à venda. Ou será que é o senhor que fala sem saber?
Boas,
Sou uma das "autoras" que publicou na Antologia e tenho andado a ver os comentários que andam para aqui. Sinceramente, as opiniões são tão divergentes a propósito do concurso, algumas até absurdas. Quando participei, não vi em lado nenhum que isto ia ser tudo um esquema para tirar dinheiro à minha carteira, e ainda não o vejo como isso. Paguei o meu exemplar (admito que gostava que me tivessem oferecido o exemplar ), mas não mais do que isso, não paguei os 500€ que algumas editoras pedem para depois não apresentarem resultados. Só participei pela graça, pelo desafio. Não percebo as razões de tantos insultos aos autores, eu até gostei da maioria dos contos que li (ainda não li todos, visto que ainda estou à espera do meu exemplar, que encomendei no Domingo), quando era ÓBVIO que não se ia tratar de uma colectânea ao nível dos melhores escritores.
Quantos às editoras grandes e pequenas, isso tem muito que se lhe diga. Ainda no outro dia vi o director da presença dizer que só aceitava como primeira obra coisas que VENDESSEM (portanto, toca a mandar crónicas de Vampiros, que é o que está na moda).
Cumprimentos
L.
Sabem qual é a diferença entre vocês todos e putos da primária a fazer birra, ou miudas de 9 anos histéricas?
Vocês têm mais vocabulário.
Ao outro Mário (o tal que não é aquele),
Não se trata só de mais vocabulário. É mais e melhor. Alguns até falam inglês, aparentemente...
Jota
Questão:
Como foi mesmo feita a média das classificações?
Com cinco pessoas a dar notas individuais, e com a classificação final de cada parâmetro calculado pela média dessas notas, como chegaram às notas atribuídas na categoria "conto"?
É que a média nessa categoria, na casa decimal, dá sempre um valor de 00, 25, 50 ou 75. Aponta para quatro pessoas a dar notas, e não cinco. Ao contrário das outras duas categorias.
É só outra curiosidade, não vem mal ao mundo por causa disso...
Jota
Vou ver se entendo isto.
Por um lado tem gente a queixar-se da entrega de prémios.
Por outro tem gente a queixar-se dos autores.
E por fim tem os autores a defender-se
Meu Deus, isto realmente vai chegar a algum lado. Talvez um drama ao vivo na televisão!
Ou há aqui gente sem nada que fazer, ou gente que ... Vá, não têm nada que fazer.
Achei particular piada a acusarem o Ludovico de se plagiar a si próprio. No lugar dele sentir-me-ia lisonjeado.
E também acho piada a gente, que pelo que percebi trabalha ou tem uma editora, vir aqui queixar-se de qualquer coisa. Objectivos honestos ftw!
Nunca pensei que uma simples edição causasse tanta polémica. A determinada altura, parece-me que a razão se perdeu no meio de toda esta discussão já sem sentido.
Concorri em tempos a uma antologia da Saída de Emergência, cujos resutados levaram mais de um ano a serem revelados. Segundo a própria editora, quando confrontada por mim relativamente a tão grande atraso, por mail, fui informada que tal facto se devia ao enorme trabalho que tinham e por isso não conseguiam cumprir com os prazos anunciados (e sucessivamente alterados) na pagina on line da referida editora. Recordo-me de, na altura, me sentir defraudada e mesmo ignorada pelo facto de ser anónima. Mas mesmo assim, não difamei a editora publicamente, entrando em contacto directo com a mesma.
Sou assídua leitora dos livros da referida editora pois aprecio a escrita de uma determinada autora por eles representada (estrangeira por sinal). Por isso, sinto-me um pouco desiludida que uma editora com a dimensão nacional da Saída de Emergência, venha "atacar" uma editora ainda tão pequena como esta, dando a sensação que de alguma forma, se sentem ameaçados por uma concorrência que, sinceramente, me parece inexistente, dada a dimensão de uma e de outra.
Talvez tenham presente o facto de a autora de Harry Potter, antes de conseguir ser editada, ter sido recusada por inúmeras editoras de renome que, mais tarde, se viram a negociar os direitos de aquisição a uma editora quase desconhecida...
Não me parece que esta antologia venha fazer qualquer tipo de concorrência ao mesmo género literário, sobretudo orque os autores que nela participaram, fizeram-no, com certeza, apenas pelo gosto de escrever e de ver a sua obra analisada por alguém neutro e não com o intuito de se tornarem autores de renome. Na verdade, pelo menos deram a alguém, que não amigos, a oportunidade de os ler de forma isenta e de os avaliar. O que não acontece nas grandes editoras que, e até compreendo, estão ocupadas com quem lhes dá lucro, como qualquer empresa, aliás. E aqui não há qualquer ironia pois é a gestora a falar.
Peço desculpa pelo longo desabafo ... mas não consigo ficar indiferente a todos estes comentários. Apesar de desiludida com a atitude da editora vou continuar a comprar os seus livros já que gosto efectivamente de alguns dos seus autores e sempre que compro um livro é pelo autor, não pela editora.
Cristina
Cristina,
Continuo a não compreender o que tem a SdE que ver com isto.
As críticas que foram dirigidas a esta iniciativa por uma pessoa dessa editora fazem sentido. São objectivas e coerentes. E em parte alguma misturam águas. A posição dessa pessoa não deve ser entendida com uma posição da editora.
Estou de acordo quando diz que a dimensão das duas casas nem sequer permite que o termo concorrência faça sentido. O que ajuda a firmar o argumento de que a SdE não deve ser invocada para esta discussão. É um dos absurdos desta conversa toda.
Compreendo o seu desagrado, mas creio que a sua mensagem faria mais sentido se fosse colocado noutro lado mais afecto a essa editora. Aqui, não sei o que faz. Parece um desabafo que veio ao acaso. Olhando para as suas palavras, há inclusive essa confirmação.
Jota
Cara Cristina, não pertenço à Saída de Emergência nem a outra editora qualquer. No entanto não posso deixar de defender a SdE que está a ser acusada de uma coisa que não aconteceu.
Nenhum comentário aqui feitos pertence à Saída de Emergência. Duvido muito que a SdE quisesse atacar uma editora concorrente através de comentários tão parvos, que ainda por cima são anónimos, o que só revelam cobardia.
Infelizmente a discussão há muito que descambou e eu continuo sem saber onde posso comparar o livro, tendo-o primeiro nas mãos...
"Vais ver que agora vão lá dizer que o que está a acontecer não tem nada a ver com a Saída de Emergência." Dito por uma certa pessoa.
Bingo.
Mas é sempre bom de ver que a Saída tem tantos fãs ferrenhos que a vêm defender, afinal uma editora é sempre algo que inspira lealdade para quem não está minimamente envolvido com ela.
E é sempre giro ver que quem não está envolvido com a Saída tem conhecimento o suficiente para saber que "nenhum comentário aqui feito pertence à Saída".
Seriously.
E continuam. A falar inglês e a falar da SdE e de "fãs ferrenhos". Deve haver alguma ligação.
Torno a perguntar, pode ser que alguém me ouça, o que tem a SdE a ver com a organização do "Talentos Fantásticos"?
O Mário sabe-me dizer? Alguém sabe? Alguém pode?
Jota, que não era fã ferrenho da SdE até alguém lhe ter apontado essa evidência.
Credo!!!!
Acho que entrei na Twilight Zone!
Que é isto? Será que se perdeu o mínimo dos mínimos do bom-senso?
Se me contassem que pessoas supostamente cultas (sabem escrever, juntam letras, saem palavras, enfim...)conseguiam perder a compostura desta forma eu não acreditaria.
Foi necessário ver...
Agora, posso dizer que já vi de tudo!
Eu tenho desculpa, detesto compostura. Acho que devíamos todos berrar para os visores e espetar murros nos teclados.
Cyber-drama!
Interessante debate que se está a desenrolar aqui. Embora a lista de respostas já vá longa, gostaria de acrescentar um pequeno conto.
Era uma vez o sr Pedro que queria matar o sr Rui que o ameaçava continuamente de morte. Já havia batido à porta da polícia, mas ela recusava-se a protegê-lo. Então ele decidiu contratar mercenários para o fazer.
Eles, a troco de dinheiro, fizeram-no.
Mais tarde descobriu-se que o Sr. Rui era inocente.
Fim
Pois bem? Quem tem culpa da morte do Rui? O sr Pedro? Os mercenários? A polícia?
Acho que o mesmo se passa com os autores que se auto-publicam. Já bateram à porta das Editoras a sério. As editoras a sério primeiro de tudo olham de lado, depois passam os olhos superficialmente pelo currículo e só depois pela história. Muitas delas nem passam os olhos por nada nem respondem. Outras ainda nem chegam a abrir a porta para o autor entrar.
Mas o autor acredita no sucesso da sua história, e está disposto a pagar para isso.
Surgem as editoras mercenárias, que a troco de dinheiro imprimem a história (não editam, é diferente) e fazem uma festa bonita de lançamento e fornecem exemplares.
Se a história fôr má, o autor lixa-se. Se for boa ou o autor se esforçar, a história até pode vingar.
Concluindo, são dois tipos de editora que só querem fazer dinheiro. É normal, é assim que a comida chega aos pratos das pessoas.
Umas editam coisas que vendem, outras editam quem lhes paga. É simples.
Não há nenhuma com mais moral que a outra. Nenhuma delas está a servir o alto interesse cultural.Estão ambas a servir os seus bolsos. Logo,deixem de valorizar uma em função da outra.
Ah...sim...É verdade, as Editoras grandes têm tendência a ter melhor apresentação gráfica, melhor revisão (e algumas péssima tradução). Mas isso percebe-se, uma vez que têm mais empregados, mexem com mais dinheiro, etc...
Se pensarmos, os autores pagaram 20 euros para receberem um livro cheios de histórias, para serem avaliados e receber uma opinião de uma pessoa exterior neutra.
E talvez, mais importante que isso, estes aspirantes a autores, compraram um livro que tem o seu conto avaliado perante outros. Esses aspirantes a autores poderão ver em que é que os outros tiveram melhor pontuação que eles e podem melhorar a sua escrita.
Sempre é melhor que gastar dinheiro em enviar manuscritos à editora e esta (após ler? será que lêm?) e recusar, não dizer sequer o porquê.
Primeiro acusam-me de fazer figuras tristes e depois de defender a Saída de Emergência. Ou tão somente, sou só eu que tenho a mania da persiguição.
E correndo o risco de ficar novamente sem resposta, se alguém tiver um pouco mais de corargem, além de se esconderem atrás do Sr. Anónimo, gostava que me indicassem quais os comentários proferidos pela Saída de Emergência e quais a provas disso.
Acho que isto já foi longe de mais, isto foi um concurso nenhum dos autores estão 100% insatisfeitos houve alguns erros mas escusam de atacar a Editora, é uma falta de ética que nunca se viu. Só gostaria que fosse esclarecido as acusações que fizeram de plágio ao vencedor, porque a confirmarem-se falsas é algo que devemos ter em atenção. Agora deixem a "Edita-me" em paz que nem é bom para uma editora tão nova estar envolvida nestas discussões de malucos.
As pessoas são inocentes até que se prove o contrário. Neste caso, quem acusou de plágio não só não tinha prova nenhumas como já foi referido vezes sem conta que o vencedor foi acusado de se plagiar a si mesmo.
Considero uma verdadeira vergonha o tipo de calúnias e "apontar de dedos" que se têm vindo a registar aqui no blog em relação à Edita-me.
Em primeiro lugar é um ultraje (digo "é" porque não se trata de uma opinião, mas sim de um facto)o género de linguagem e falta de carisma que alguns bloggers usaram para tecer os seus comentários e expressar as suas opiniões. Nem vale a pena mencionar nomes, porque essas pessoas saberão instantâneamente a quem me refiro.
Em segundo lugar, acho no mínimo muito hipócrita da parte dessas pessoas fazerem registro de opiniões tão cínicas e tão pouco construtivas, na medida em que a Edita-me foi pioneira neste género de iniciativa, e que, sem preconceitos publicou autores desconhecidos - que de outra forma provavelmente não teriam a oportunidade de ver as suas obras publicadas. Não vejo muitas outras editoras - jovens ou não - a fazerem o mesmo.
Naturalmente, não me parece razoável esperar a perfeição de uma editora que está a dar os primeiros passos. Esta iniciativa foi uma forma de tanto autores desconhecidos como de uma editora nova se ajudarem mutuamente.
Parece-me perfeitamente legítimo esperar que uma editora que está a começar e que não tem obviamente orçamento para oferecer exemplares da Antologia a todos os participantes, cobre pelo menos o custo da produção da mesma. Realmente não encontro razão para tanto cinismo.
Como um dos ilustradores publicados na Antologia (e repare-se que já tive o prazer de ver o meu trabalho publicado em editoras internacionais que são consideradas Titãs no panorama mundial, e em revistas e catálogos internacionais de renome - menciono apenas a título de exemplo a Editora Taschen e catálogo do festival internacional Offf), não me sinto minimamente lesado pela Edita-me. Nunca em lado nenhum relativamente a este projecto me foram feitas promessas descabidas ou vi publicidade enganosa. Sempre me foi dado a entender que este projecto seria exactamentye aquilo que é. Houve concerteza algumas falhas, mas isso não me parece nada de tão absolutamente imperdoável como algumas pessoas estão a pintar nos seus comentários. Não obstante essas falhas, a editora já se desculpou pelas mesmas e já tomou as devidas providências para as solucionar como podia. Não me parece mesmo que tenha havido má fé. Além do mais, ningém obriga ningém a comprar a Antologia. só compra quem quer.
Francisco:
Primeiro os meus parabéns. Para mim, a sua ilustração merecia ter vencido essa secção do concurso. E, passando os olhos pelo seu blog, vejo que nem é o melhor dos seus trabalhos.
No entanto, não posso deixar de lhe fazer um reparo: efectivamente, a Edita-me não foi "pioneira" neste tipo de iniciativas (o que não tem nada a ver com o maior ou menor mérito da mesma!). Infelizmente, em Portugal, este tipo de coisas rapidamente caiem no esquecimento... o que parece ter ocorrido a muitas iniciativas similares que já ocorreram.
Rogério
Ó senhor Rui Baptista você deve SER DEUS!
eu tb não pertenco a nenhuma editora nem defendo nenhuma. Mas não advinho de quem são os comentários! Pelo menos os anónimos! Quando vocês diz que nenhum comentário é da Sde é um pouco estranho...está ligado à coisa é?
Todas as editoras falham...umas mais que outras...mas vêm para aqui Marias Madalenas "chorarem" até pelo facto do editor não lhes dar atenção no dia do evento.
Olhem, existe o clube de amizade...
Rogério:
Obrigado pelo elogio ao meu trabalho.
Realmente pensei que esta fosse uma iniciativa inédita na medida em que infelizmente nunca cheguei a ter conhecimento de outras do género. O que é estranho porque estou sempre atento e disponível para participar em iniciativas afins no meu país. Mas como referiu - e todos sabemos que é verdade - Nem sempre em Portugal se promovem eficazmente e se dá o devido destaque e valor a projectos como este.
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* Aproveito para dar os parabéns ao Miguel Ministro pelo belíssimo trabalho que fez para a capa da Antologia, bem como pela ilustração que submeteu a título de artista convidado, e que, na minha opinião está excelente.
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